Crônicas
Exercício – a propósito do texto
1- Pode-se dizer que quando os dois homens eram mortos el-rei repousava e comia, fato comprovado na seguinte passagem do texto: “e todo feito ante os paaços onde el pousavava, de guisa que comendo oolhava quanto mandava fazer.”
2- É característica marcante de Fernão Lopes a capacidade de aproximar o leitor do texto, a linguagem simples e as estratégias de fazer os fatos narrados reais, colaboram bastante para que se tenha uma leitura proveitosa.
3- A palavra Coelho como substantivo próprio é o sobrenome de uma pessoa, já coelho como substantivo comum refere-se ao animal.
4- A crítica feita por Fernão aos reis tem fundamentos, já que ele coloca que os reis ocupando a posição que ocupam deveriam ter mais zelo e fazer valer o que lhes era dever, ou seja, o que os reis falavam que faziam não estava de acordo com a verdade, pois eles não cumpriam seus papéis.
A propósito dos textos
1- Redondilha maior.
2- Aproxima-se mais das cantigas de amigo, porque o eu-lírico é uma mulher apaixonada, que sofre pela partida do amado e o feminismo, o esteticismo e o formalismo, fazem com que isso se comprove.
3- Os olhos servem para representar os sentimentos da pessoa, através deles de pode saber o que se sente de verdade.
4- O verso vem mostrar que quem fala demais, tende a pagar por isso.
Exercício: a propósito do texto
1- Os personagens Todo mundo e Ninguém, representam, respectivamente, as pessoas que se apegam à riquezas e bem materiais, sendo como a maioria das pessoas do mundo, e as pessoas mais humildes que se apegam à religiosidade e à fé, preocupando-se com a salvação, mostrando a minoria das pessoas domundo.
2- Através das falas de Berzebeu pode-se saber, com real clareza, o que pensam as pessoas, e pelos pensonagens Todo mundo e Ninguém, isso se faz visível, uma vez que mostram a realidade do mundo.
3- Berzebeu é mais ativo, pois tem um caráter mais provocativo e independente e Dinato mais passivo, porque está sendo mais influenciado e conduzido, entende-se que Gil Vicente propõe com isso um clima cômico e descontraído ao texto.
4- A formalidade do texto pode ser percebida por dois âmbitos, o primeiro é estético, já que os versos estão organizados e arrumados em uma estrutura, o segundo é do próprio contexto, que nos mostra o personagem Todo mundo trazendo as mentiras e o personagem Ninguém tratando da verdade.
5- Sim, porque isso é bem a realidade mesmo, a maioria das pessoas estão ligadas ao dinheiro (Todo mundo) e a minoria buscam refletir, usar a consciência para as coisas boas (Ninguém).
Exercícios e Testes
1- O autor é Luís de Camões, e como característica marcante podemos citar o discorrer de uma sociedade que caminha para o desenvolvimento, sem deixar de lado o heroísmo delegado aos seus.
2- As palavras são de Gil Vicente. Uma outra crítica é feita por ela ao povo, porque se deixam levar por qualquer coisa e à nobreza que não cumpre com seus deveres.
3- a) A primeira estrofe contém sete sílabas poéticas em cada verso.
b) Rimas interpoladas
c) Um querer.
d) A idealização feminina vai poder ser vista na poesia amorosa dos séculos seguintes, isso vai ser bem recorrente, porque a mulher é tratada como ser sublime e inalcançável.
4- c)
5- b)
6- b)
7- a)
8- a)
9- c)
10- c)
11- d)
12- c)
13- a)
14- e)
15- a)
16- e)
Espaço de Leitura e Literatura Brasileira em diálogo com outras literaturas e outras mídias
sábado, 7 de maio de 2011
ELLEN JOSYANNE SANTOS NUNES
Crônicas
1º EXERCÍCIO – a propósito do texto
1) No momento em que acontecem os assassinatos o rei estava comendo.
“... de guisa que comendo oolhava qual mandava fazer.”
2) Uma característica de Fernão Lopes que esta presente no texto é a maneira de escrever de forma simples apesar de utilizar um português arcaico, com total domínio das palavras promovendo uma grande interação com o leitor.
3) Usa-se no texto a palavra coelho como substantivo comum quando se direciona a um animal, mas se referindo metaforicamente a uma pessoa cujo sobrenome é coelho.
4) Sim; eles diziam suas verdades e ao mesmo tempo faziam totalmente o contrario do que pregavam.
2º EXERCÍCIO - a propósito dos textos
1) A métrica utilizada no primeiro texto é regular, redondilhas maiores e possui sete silabas poética. No segundo ocorre uma irregularidade nas silabas dos versos.
2) Em minha opinião o texto é classificado como uma canção de amigo, pois demonstra a angustia do eu lírico feminino com relação a partida de seu amor.
3) Os olhos nas cantigas do cancioneiro vão representar a verdade, sinceridade, pureza do sentimento.
4) O verso retrata o arrependimento de não ter falado algo que já não pode mais ser dito.
3º EXERCÍCIO - a propósito do texto
1) Todo mundo, ao mesmo tempo em que representa uma pessoa vai abranger varias, se caracterizando pela sua avareza e preocupação em possuir mais bens materiais. Já ninguém representa todos que não dão tanta importância para os bens e sim com a formação do ser humano com honestidade e verdade.
2) As falas de Berzebu representam dentro do texto ordens e interesse não produção do mesmo, ele fica a todo tempo ditando o que é pra ser escrito.
3) Dinato e Berzebu são personagens passivos, pois eles simplesmente contam as ações dos outros personagens, sem mostrar domínio sobre elas.
4) Esta presente no texto a relação entre vida e morte, alem do uso dos nomes ninguém e todo mundo que promove a todos um ato de reflexão por nossas atitudes no dia a dia.
5)Sim; pois nos dias atuais as pessoas procuram valorizar o que é material esquecendo das virtudes como dignidade e consciência.
EXERCÍCIO E TESTES
1) Fernão Lopes; é caracterizada pela brevidade e sua preocupação em apontar a vida da sociedade naquela época.
2) Gil Vicente; ele critica as classes socias e povo.
3) A) Sete silabas em cada verso
B) Possui rimas interpoladas
C) Ocorre a contradição entre razão e vontade, pois se a resistir consegue a liberdade.
4). c) Gil Vicente.
5). b) Fernão Lopes.
6) b) alegóricos.
7) a) todo o mundo é mentiroso.
8) a) Compositor de caráter sacro e satírico.
9) c) Por viver em pleno Renascimento, apega-se aos valores greco-romanos, desprezando os princípios da Idade Média.
10) c) denuncia a revolta da jovem confinada aos serviços domésticos, o que confere atualidade à obra.
11) d) a preocupação com o homem e com a religião.
12) c) Apenas I e II estão corretas.
13). a) teatro medieval – Gil Vicente.
14) e) Cancioneiro geral de Garcia de Resende.
15) a) Narração realista e dinâmica que quase nos faz visualizar os acontecimentos.
16) e) Aprofunda-se nos valores clássicos, seguindo rigidamente os padrões do teatro grego
1º EXERCÍCIO – a propósito do texto
1) No momento em que acontecem os assassinatos o rei estava comendo.
“... de guisa que comendo oolhava qual mandava fazer.”
2) Uma característica de Fernão Lopes que esta presente no texto é a maneira de escrever de forma simples apesar de utilizar um português arcaico, com total domínio das palavras promovendo uma grande interação com o leitor.
3) Usa-se no texto a palavra coelho como substantivo comum quando se direciona a um animal, mas se referindo metaforicamente a uma pessoa cujo sobrenome é coelho.
4) Sim; eles diziam suas verdades e ao mesmo tempo faziam totalmente o contrario do que pregavam.
2º EXERCÍCIO - a propósito dos textos
1) A métrica utilizada no primeiro texto é regular, redondilhas maiores e possui sete silabas poética. No segundo ocorre uma irregularidade nas silabas dos versos.
2) Em minha opinião o texto é classificado como uma canção de amigo, pois demonstra a angustia do eu lírico feminino com relação a partida de seu amor.
3) Os olhos nas cantigas do cancioneiro vão representar a verdade, sinceridade, pureza do sentimento.
4) O verso retrata o arrependimento de não ter falado algo que já não pode mais ser dito.
3º EXERCÍCIO - a propósito do texto
1) Todo mundo, ao mesmo tempo em que representa uma pessoa vai abranger varias, se caracterizando pela sua avareza e preocupação em possuir mais bens materiais. Já ninguém representa todos que não dão tanta importância para os bens e sim com a formação do ser humano com honestidade e verdade.
2) As falas de Berzebu representam dentro do texto ordens e interesse não produção do mesmo, ele fica a todo tempo ditando o que é pra ser escrito.
3) Dinato e Berzebu são personagens passivos, pois eles simplesmente contam as ações dos outros personagens, sem mostrar domínio sobre elas.
4) Esta presente no texto a relação entre vida e morte, alem do uso dos nomes ninguém e todo mundo que promove a todos um ato de reflexão por nossas atitudes no dia a dia.
5)Sim; pois nos dias atuais as pessoas procuram valorizar o que é material esquecendo das virtudes como dignidade e consciência.
EXERCÍCIO E TESTES
1) Fernão Lopes; é caracterizada pela brevidade e sua preocupação em apontar a vida da sociedade naquela época.
2) Gil Vicente; ele critica as classes socias e povo.
3) A) Sete silabas em cada verso
B) Possui rimas interpoladas
C) Ocorre a contradição entre razão e vontade, pois se a resistir consegue a liberdade.
4). c) Gil Vicente.
5). b) Fernão Lopes.
6) b) alegóricos.
7) a) todo o mundo é mentiroso.
8) a) Compositor de caráter sacro e satírico.
9) c) Por viver em pleno Renascimento, apega-se aos valores greco-romanos, desprezando os princípios da Idade Média.
10) c) denuncia a revolta da jovem confinada aos serviços domésticos, o que confere atualidade à obra.
11) d) a preocupação com o homem e com a religião.
12) c) Apenas I e II estão corretas.
13). a) teatro medieval – Gil Vicente.
14) e) Cancioneiro geral de Garcia de Resende.
15) a) Narração realista e dinâmica que quase nos faz visualizar os acontecimentos.
16) e) Aprofunda-se nos valores clássicos, seguindo rigidamente os padrões do teatro grego
LAURIÊ MACHADO PEREIRA
Crônicas
1º EXERCÍCIO – a propósito do texto
1) Enquanto os homens eram assassinados, el-Rei estava comendo.
“...de guisa que comendo oolhava quanto mandava fazer.”
2) Fernão Lopes: Historiador e Artista. Enquanto historiador mantinha a
verdade histórica, dessa forma, discutia a veracidade das fontes fazendo uma crítica histórica.
3) Coelho (subst. prop.) como sobrenome de um dos assassinados, e
coelho (subst. com.) como um animal mas se referindo ao assassinado.
4) Sim, pois o que os reis faziam eram na verdade o oposto de sua verdade.
2° EXERCÍCIO – a propósito dos textos
1) A métrica utilizada nos primeiros versos do texto 1: versos regulares e redondilhas redondilhas maiores, contendo sete sílabas poéticas, e no texto 2 há uma irregularidade na contagem das sílabas nos versos.
2) Aproxima-se mais das cantigas de amigo, pelo fato de que há um choro, um lamento pela partida, pela falta e saudade do amado, e o eu-lírico é feminino.
3) Os olhos representam a verdade sobre a vida e sobre os sentimentos.
4) Seria como se houvesse arrependimento do que não foi dito, e que não dá para fazê-lo.
3° EXERCÍCIO - a propósito do texto
1) Todo Mundo era um homem rico, buscando cada vez mais bens materiais, ou seja, seu foco estava na riqueza. Já Ninguém um homem pobre, busca a perfeição humana, pois visa somente à verdade, virtude e a honestidade.
2) As falas de Berzebu mostram certo comando e atenção ao que estava sendo dito, pois era escrito somente o que ele ditava.
3) Berzebu e Dinato eram passivos aos acontecimentos, ficavam apenas presenciavam os diálogos. Gil Vicente os utilizou para que as falas fossem organizadas e escritas.
4) Um dos aspectos do texto é a relação antitética entre vida e morte, e o outro é a presença do jogo de palavras entre os nomes Todo Mundo e Ninguém.
5) Sim, pois Ninguém buscava apenas coisas que o deixava com a consciência tranqüila, ou seja, sem arrependimentos, e Todo Mundo buscava apenas coisas materiais, que envolviam dinheiro.
4º EXERCÍCIO - exercícios e testes
1) O autor é Fernão Lopes, e caracteriza-se por retratar a vida da sociedade na época.
2) Se refere à Gil Vicente, e as classes sociais eram o outro tipo humanizado que o autor satirizava
.
3) a) sete sílabas em cada verso.
b) rimas interpoladas.
c) “desejo”
d) Oposição entre razão e desejo, pois uma vez que resistindo à vontade viverá em liberdade.
4) Alternativa C – Gil Vicente
5) Alternativa B – Fernão Lopes
6) Alternativa B – alegóricos
7) Alternativa D
8) Alternativa A
9) Alternativa C
10) Alternativa C
11) Alternativa D
12) Alternativa D
13) Alternativa A
14) Alternativa E
15) Alternativa A
16) Alternativa D
1º EXERCÍCIO – a propósito do texto
1) Enquanto os homens eram assassinados, el-Rei estava comendo.
“...de guisa que comendo oolhava quanto mandava fazer.”
2) Fernão Lopes: Historiador e Artista. Enquanto historiador mantinha a
verdade histórica, dessa forma, discutia a veracidade das fontes fazendo uma crítica histórica.
3) Coelho (subst. prop.) como sobrenome de um dos assassinados, e
coelho (subst. com.) como um animal mas se referindo ao assassinado.
4) Sim, pois o que os reis faziam eram na verdade o oposto de sua verdade.
2° EXERCÍCIO – a propósito dos textos
1) A métrica utilizada nos primeiros versos do texto 1: versos regulares e redondilhas redondilhas maiores, contendo sete sílabas poéticas, e no texto 2 há uma irregularidade na contagem das sílabas nos versos.
2) Aproxima-se mais das cantigas de amigo, pelo fato de que há um choro, um lamento pela partida, pela falta e saudade do amado, e o eu-lírico é feminino.
3) Os olhos representam a verdade sobre a vida e sobre os sentimentos.
4) Seria como se houvesse arrependimento do que não foi dito, e que não dá para fazê-lo.
3° EXERCÍCIO - a propósito do texto
1) Todo Mundo era um homem rico, buscando cada vez mais bens materiais, ou seja, seu foco estava na riqueza. Já Ninguém um homem pobre, busca a perfeição humana, pois visa somente à verdade, virtude e a honestidade.
2) As falas de Berzebu mostram certo comando e atenção ao que estava sendo dito, pois era escrito somente o que ele ditava.
3) Berzebu e Dinato eram passivos aos acontecimentos, ficavam apenas presenciavam os diálogos. Gil Vicente os utilizou para que as falas fossem organizadas e escritas.
4) Um dos aspectos do texto é a relação antitética entre vida e morte, e o outro é a presença do jogo de palavras entre os nomes Todo Mundo e Ninguém.
5) Sim, pois Ninguém buscava apenas coisas que o deixava com a consciência tranqüila, ou seja, sem arrependimentos, e Todo Mundo buscava apenas coisas materiais, que envolviam dinheiro.
4º EXERCÍCIO - exercícios e testes
1) O autor é Fernão Lopes, e caracteriza-se por retratar a vida da sociedade na época.
2) Se refere à Gil Vicente, e as classes sociais eram o outro tipo humanizado que o autor satirizava
.
3) a) sete sílabas em cada verso.
b) rimas interpoladas.
c) “desejo”
d) Oposição entre razão e desejo, pois uma vez que resistindo à vontade viverá em liberdade.
4) Alternativa C – Gil Vicente
5) Alternativa B – Fernão Lopes
6) Alternativa B – alegóricos
7) Alternativa D
8) Alternativa A
9) Alternativa C
10) Alternativa C
11) Alternativa D
12) Alternativa D
13) Alternativa A
14) Alternativa E
15) Alternativa A
16) Alternativa D
JULIANA MOREIRA BORGES
Crônicas
Exercício
1- “guisa que comendo olhava quanto mandava fazer” Esta passagem indica que o rei estava comendo enquanto os dois homens eram assassinados.
2- Fernão Lopes, através de seus relatos, consegue atrair seu leitor, com suas envolventes histórias.
3- A palavra “coelho” aparece como substantivo próprio e comum, estando presente no texto com letra maiúscula e minúscula.
4- Sim, pois muitas vezes as atitudes dos reis não coincidiam com suas palavras. Eles tinham a função de cuidar das pessoas, mas muitas vezes deixava-as morrer.
A propósito dos textos
1- A métrica usada é redondilha maior (sete sílabas poéticas).
2- O texto 1 apresenta características de uma cantiga de amor, pois o lirista escreve à uma mulher, que é a sua amada.
3- A palavra “olhos” presente nos dois textos possuem o sentido real da palavra, como parte do corpo que, muitas vezes são usados para expressar sentimentos, uma vez que “os olhos são o espelho da alma.”
4- Pode ter sido algo que o lirista tenha dito e que tenha causado conseqüências ruins.
Exercício sobre o texto
1- “Todo Mundo” está para representar a maioria das pessoas e, “Ninguém” representa a minoria, ou talvez ninguém mesmo.
2- As falas de Berzebu representam as tentações do diabo e a fraqueza humana.
3- Apesar de Berzebu ser mais ativo que Dinato, ambos são ativos. Gil Vicente traz uma crítica à sociedade e chamando a atenção de seus leitores para o bem e o mal.
4- “Todo mundo é mentiroso” e “Ninguém diz a verdade”, falas de Berzebu. Esta parte nos leva a refletir sobre nossas atitudes.
5- Concordo, pois grande parte da humanidade, vivendo em uma sociedade capitalista, busca sucesso, fama, dinheiro e, não se importando com os outros, fazendo de tudo para chegar ao topo, inclusive atropelar os seus semelhantes.
Exercícios e Testes
1- O autor é Camões que, apresenta textos com um fundo histórico em que se registram as tradições e os ideais de uma sociedade sob a forma de aventuras com a presença de heróis.
2- O texto crítico refere ao autor Gil Vicente. Além de criticar o clero, o autor faz críticas ao povo.
3- a) Versos em redondilha maior.
b) As rimas são interpoladas.
c) Desejo.
d) O poeta aponta que se resistirmos à vontade viveremos em liberdade.
4- C)
5- B)
6- B)
7- E)
8- A)
9- C)
10- C)
11- D)
12- C)
13- A)
14- E)
15- A)
16- E)
Exercício
1- “guisa que comendo olhava quanto mandava fazer” Esta passagem indica que o rei estava comendo enquanto os dois homens eram assassinados.
2- Fernão Lopes, através de seus relatos, consegue atrair seu leitor, com suas envolventes histórias.
3- A palavra “coelho” aparece como substantivo próprio e comum, estando presente no texto com letra maiúscula e minúscula.
4- Sim, pois muitas vezes as atitudes dos reis não coincidiam com suas palavras. Eles tinham a função de cuidar das pessoas, mas muitas vezes deixava-as morrer.
A propósito dos textos
1- A métrica usada é redondilha maior (sete sílabas poéticas).
2- O texto 1 apresenta características de uma cantiga de amor, pois o lirista escreve à uma mulher, que é a sua amada.
3- A palavra “olhos” presente nos dois textos possuem o sentido real da palavra, como parte do corpo que, muitas vezes são usados para expressar sentimentos, uma vez que “os olhos são o espelho da alma.”
4- Pode ter sido algo que o lirista tenha dito e que tenha causado conseqüências ruins.
Exercício sobre o texto
1- “Todo Mundo” está para representar a maioria das pessoas e, “Ninguém” representa a minoria, ou talvez ninguém mesmo.
2- As falas de Berzebu representam as tentações do diabo e a fraqueza humana.
3- Apesar de Berzebu ser mais ativo que Dinato, ambos são ativos. Gil Vicente traz uma crítica à sociedade e chamando a atenção de seus leitores para o bem e o mal.
4- “Todo mundo é mentiroso” e “Ninguém diz a verdade”, falas de Berzebu. Esta parte nos leva a refletir sobre nossas atitudes.
5- Concordo, pois grande parte da humanidade, vivendo em uma sociedade capitalista, busca sucesso, fama, dinheiro e, não se importando com os outros, fazendo de tudo para chegar ao topo, inclusive atropelar os seus semelhantes.
Exercícios e Testes
1- O autor é Camões que, apresenta textos com um fundo histórico em que se registram as tradições e os ideais de uma sociedade sob a forma de aventuras com a presença de heróis.
2- O texto crítico refere ao autor Gil Vicente. Além de criticar o clero, o autor faz críticas ao povo.
3- a) Versos em redondilha maior.
b) As rimas são interpoladas.
c) Desejo.
d) O poeta aponta que se resistirmos à vontade viveremos em liberdade.
4- C)
5- B)
6- B)
7- E)
8- A)
9- C)
10- C)
11- D)
12- C)
13- A)
14- E)
15- A)
16- E)
quinta-feira, 5 de maio de 2011
JÉSSICA TAIRINE - Crônica de Fernão Lopes
SEGUNDA ÉPOCA DO MEDIEVO: HUMANISMO PORTUGUÊS
EXERCÍCIO 1:Crônica
1-Enquanto os dois homens eram assassinados, ele dizia para que trouxessem cebola e vinagre. Podemos ver nessa passagem: “e elRei dizendo que lhe trouxessem cebola e vinagre pêra o coelho enfadousse deles a mandouhos matar”.
Como característica de Fernão Lopes, podemos ver neste texto que ele critica certas atitudes dos reis.
2- Como característica de Fernão Lopes, critica as atitudes do rei.
Na palavra como substantivo próprio, é o nome de uma pessoa; na palavra como substantivo comum, refere-se a um animal.
3-Sim. As atitudes de alguns reis não condizem com o que eles falam. Assim, se dizia que os cavaleiros estavam em segurança, mas na verdade estes foram mortos.
EXERCÍCIO 2:
1-A métrica usada é a redondilha maior.
2-Cantiga de amor, uma vez que o eu-lírico canta o amor por uma mulher,um amor não correspondido.
3-Os olhos representam a própria pessoa, que é onde se revela o que sente, pois o choro revela o sentimento da pessoa.
4-Este verso expressa talvez algo que a pessoa tenha dito, e que pode ter tido alguma consequência.
EXERCÍCIO 3:
1-Todo o Mundo é o personagem que representa todas as pessoas, Ninguém representa alguém que não existe.
2-As falas de Berzebu representam o que realmente as pessoas pensam, elas nos mostram, através dos personagens, com é a sociedade.
3Berzebú ativo e Dinato passivo. Gil Vicente pretende deixar a história mais engraçada e interessante.
4-Podemos perceber esses aspectos nas passagens a seguir:
“Berzebu • Que Todo o Mundo é mentiroso
e Ninguém diz a verdade”
Esses aspectos “todo mundo é mentiroso” e “ninguém diz a verdade” é um convite para que o ser humano reflita sobre seus atos.
5-Sim. A maioria das pessoas pensam apenas em bens materiais e dinheiro, e por eles fazem qualquer coisa, sendo assim, deixam a consciência de lado, e fazem o que acham que é melhor para si.
EXERCÍCIO 4:
1- Camões. Seus textos apresentam um fundo histórico em que se registram, de forma poética, as tradições e os ideais de uma sociedade sob a forma de aventuras com a presença de heróis.
2- Gil Vicente. Outro personagem que também recebe sátiras do autor está representado nas personagens que compõem a classe da nobreza.
3- a) Sete sílabas cada verso.
b) Redondilha maior
c) Desejo
d) A oposição que se dá é entre a razão e o coração, uma vez que, se resistir a vontade (coração) viverá em liberdade.
4- C) Gil Vicente.
5- B)Fernão Lopes
6- B)Alegóricos
7- E)Todo o Mundo é mentiroso
8- A)Compositor de caráter sacro e satírico
9- C)Por viver em pleno Renascimento, apega-se aos valores greco-romanos, desprezando os princípios da Idade Média.
10- C)Denuncia a revolta da jovem confinada aos serviços domésticos, o que confere atualidade à obra.
11- D)A preocupação com o homem e com a religião
12- C)Apenas I e II estão corretas.
13- A)Teatro medieval – Gil Vicente
14- E)Cancioneiro geral de Garcia de Resende
15- A)Narração realista e dinâmica que quase nos faz visualizar os acontecimentos.
16- E) Aprofunda-se nos valores clássicos, seguindo rigidamente os padrões do teatro grego.
EXERCÍCIO 1:Crônica
1-Enquanto os dois homens eram assassinados, ele dizia para que trouxessem cebola e vinagre. Podemos ver nessa passagem: “e elRei dizendo que lhe trouxessem cebola e vinagre pêra o coelho enfadousse deles a mandouhos matar”.
Como característica de Fernão Lopes, podemos ver neste texto que ele critica certas atitudes dos reis.
2- Como característica de Fernão Lopes, critica as atitudes do rei.
Na palavra como substantivo próprio, é o nome de uma pessoa; na palavra como substantivo comum, refere-se a um animal.
3-Sim. As atitudes de alguns reis não condizem com o que eles falam. Assim, se dizia que os cavaleiros estavam em segurança, mas na verdade estes foram mortos.
EXERCÍCIO 2:
1-A métrica usada é a redondilha maior.
2-Cantiga de amor, uma vez que o eu-lírico canta o amor por uma mulher,um amor não correspondido.
3-Os olhos representam a própria pessoa, que é onde se revela o que sente, pois o choro revela o sentimento da pessoa.
4-Este verso expressa talvez algo que a pessoa tenha dito, e que pode ter tido alguma consequência.
EXERCÍCIO 3:
1-Todo o Mundo é o personagem que representa todas as pessoas, Ninguém representa alguém que não existe.
2-As falas de Berzebu representam o que realmente as pessoas pensam, elas nos mostram, através dos personagens, com é a sociedade.
3Berzebú ativo e Dinato passivo. Gil Vicente pretende deixar a história mais engraçada e interessante.
4-Podemos perceber esses aspectos nas passagens a seguir:
“Berzebu • Que Todo o Mundo é mentiroso
e Ninguém diz a verdade”
Esses aspectos “todo mundo é mentiroso” e “ninguém diz a verdade” é um convite para que o ser humano reflita sobre seus atos.
5-Sim. A maioria das pessoas pensam apenas em bens materiais e dinheiro, e por eles fazem qualquer coisa, sendo assim, deixam a consciência de lado, e fazem o que acham que é melhor para si.
EXERCÍCIO 4:
1- Camões. Seus textos apresentam um fundo histórico em que se registram, de forma poética, as tradições e os ideais de uma sociedade sob a forma de aventuras com a presença de heróis.
2- Gil Vicente. Outro personagem que também recebe sátiras do autor está representado nas personagens que compõem a classe da nobreza.
3- a) Sete sílabas cada verso.
b) Redondilha maior
c) Desejo
d) A oposição que se dá é entre a razão e o coração, uma vez que, se resistir a vontade (coração) viverá em liberdade.
4- C) Gil Vicente.
5- B)Fernão Lopes
6- B)Alegóricos
7- E)Todo o Mundo é mentiroso
8- A)Compositor de caráter sacro e satírico
9- C)Por viver em pleno Renascimento, apega-se aos valores greco-romanos, desprezando os princípios da Idade Média.
10- C)Denuncia a revolta da jovem confinada aos serviços domésticos, o que confere atualidade à obra.
11- D)A preocupação com o homem e com a religião
12- C)Apenas I e II estão corretas.
13- A)Teatro medieval – Gil Vicente
14- E)Cancioneiro geral de Garcia de Resende
15- A)Narração realista e dinâmica que quase nos faz visualizar os acontecimentos.
16- E) Aprofunda-se nos valores clássicos, seguindo rigidamente os padrões do teatro grego.
ZAIRA DOURADO-Crônica de Fernão Lopes
Respostas sobre a Crônica de Fernão Lopes
1)Na Crônica del-Rei D.Pedro I o rei encontrava-se comendo enquanto os dois homens eram assassinados. Isso pode se comprovado na seguinte passagem: ...”guisa que comendo oolhava quanto mandava fazer.”.
2)A partir da leitura de Fernão Lopes ,infere-se que o mesmo tomado por uma linguagem simplista consegue, sem se preocupar com os exageros, passar além da emoção a veracidade dos fatos narrados. Sendo assim, a característica hiperbólica pode ser exemplificada quando descreve a morte dos dois homens.
3)Coelho empregado como substantivo próprio é o nome de um dos assassinos. Já coelho como substantivo comum é somente o animal.
4)É aceitável a crítica feita por Fernão Lopes aos reis, uma vez que os mesmos eram colocados no poder como representantes da sociedade, logo deveriam ser dignos de tal colocação defendendo a verdade e consequentemente o povo, porém se contradiziam quando tomavam certas decisões que não condiziam com a posição que ocupavam.
Respostas sobre dois textos
1)No primeiro texto a métrica é regular obedecendo a uma métrica que seria a redondilha maior(7 sílabas). Já, o outro texto há uma irregularidade na contagem das sílabas.
2)O poema em questão enquadra-se em Cantiga de amigo, uma vez que o eu lírico feminino sofre pela partida do seu amado e de não poder tê-la por perto. Diferente da de amor que exagera nas qualidades e idealizações do amor e da mulher. Por isso, no texto comprova-se não só por essa ausência de qualidade, mas também pelo tema recorrente de sofrimento e tristeza e ressalta esse recurso hiperbólico totalmente para enfatizar a melancolia.
3)Os olhos possuem um significado de veracidade, isto é comprovação dos sentimentos e emoções que o eu lírico quer transmitir, sendo uma forma de não deixar que os sujeitos em questão não mintam sobre seu sofrimento e as pessoas possam compartilhar dessa dor através desses olhos.
4)De acordo, com o contexto de Francisco de Souza o verso: ...língua que me condenasse” mostra a questão desse objeto “língua” ser canal de comunicação em que se anuncia a melancolia diante do ser amado o condenando a uma condição sem volta.
Exercício sobre o teatro Vincentino
1)No auto da Lusitânia as personagens Todo Mundo e Ninguém referem-se, respectivamente, a um homem rico que tinha desejos comuns a maioria das pessoas e o outro ao homem pobre que representa um personagem simples com valores morais sendo, então, a minoria.
2)As falas de Berzebu representam uma tradição aos ditos de Todo Mundo e Ninguém a partir das ações na realidade terrena. Sendo assim, o diabo distorce as falas com o propósito de denunciar uma verdade dissimulada.
3)As falas de Berzebu e Dinato mesmo assumindo um personagem com grande importância para o desenrolar da peça: o Diabo. Os mesmos configuram-se como passivos, pois não tinham nenhum controle sobre as ações dos humanos. Apenas, relatavam suas escolhas, mesmo que estas permaneciam implícitas, sendo assim, os diabos tinham a função de trazê-las a tona.
4)Pode-se destacar como formalismo no texto a questão estrutural ,ou seja, a disposição dos versos e a presença de diálogos sempre situando de quem é a fala.
5)A fala de Berzebu é coerente,uma vez que as pessoas não medem esforços para conseguir algo para seu prazer nem que para isso tenham que desafiar sua consciência.
Testes
1)As palavras em questão foram citadas por Fernão Lopes que caracteriza-se pela brevidade do seu texto tomado por um interesse cotidiano de retratar a vida da sociedade da época preocupando-se com todas as versões que cercam essa verdade.
2)O trecho citado enquadra-se na categoria Vicentina pelo tom satírico e irônico que retrata as camadas sócias que compõem a sociedade da época . Já o texto apresentado, além do clero critica o povo pela sua passividade.
3)a)A primeira estrofe é uma redondilha maior
b)As rimas são interpoladas
c)Pode ser substituída por desejo
d)O poeta cita a questão da sensualidade que caracterizará a poesia amorosa e idealização feminina que comporá os estilos seguintes.
4)As obras Monólogo do Vaqueiro, Floresta de Enganos, O velho da Horta entre outras compõem a carreira de Gil Vicente.
5)O fragmento em questão pertence a Fernão Lopes.
6)No texto Todo Mundo e Ninguém constituem tipos de alegóricos.
7)O texto afirma que Todo Mundo é mentiroso.
8)O teatro de Gil Vicente é de caráter sacro e satírico .
9)Considera-se como incorreto afirmar que a obra de Gil Vicente por viver em pleno Renascimento, apega-se aos valores greco-romanos, desprezando os princípios da Idade Média.
10)Na Farsa de Inês Pereira Gil Vicente denuncia a revolta da jovem confinada aos serviços domésticos, o que confere atualidade a obra.
11)O teatro de Gil Vicente caracteriza-se pela preocupação com o homem e religião.
12)A Farsa de Inês Pereira caracteriza-se por representar costumes mostrados no tetro Vicentino e encaixa-se na Farsa Medieval sobre o adultério feminino.
13)O texto em questão pertence ao teatro Medieval de Gil Vicente.
14)A composição transcrita pertence ao Cancioneiro geral de Garcia Resende.
15)A assertiva que melhor caracteriza a Crônica de D.JoãoI seria a exaltação do feito heroico ao matar o inimigo do Rei.
16)A obra de Gil Vicente não aprofunda-se nos valores clássicos, seguindo rigidamente os padrões do teatro grego.
1)Na Crônica del-Rei D.Pedro I o rei encontrava-se comendo enquanto os dois homens eram assassinados. Isso pode se comprovado na seguinte passagem: ...”guisa que comendo oolhava quanto mandava fazer.”.
2)A partir da leitura de Fernão Lopes ,infere-se que o mesmo tomado por uma linguagem simplista consegue, sem se preocupar com os exageros, passar além da emoção a veracidade dos fatos narrados. Sendo assim, a característica hiperbólica pode ser exemplificada quando descreve a morte dos dois homens.
3)Coelho empregado como substantivo próprio é o nome de um dos assassinos. Já coelho como substantivo comum é somente o animal.
4)É aceitável a crítica feita por Fernão Lopes aos reis, uma vez que os mesmos eram colocados no poder como representantes da sociedade, logo deveriam ser dignos de tal colocação defendendo a verdade e consequentemente o povo, porém se contradiziam quando tomavam certas decisões que não condiziam com a posição que ocupavam.
Respostas sobre dois textos
1)No primeiro texto a métrica é regular obedecendo a uma métrica que seria a redondilha maior(7 sílabas). Já, o outro texto há uma irregularidade na contagem das sílabas.
2)O poema em questão enquadra-se em Cantiga de amigo, uma vez que o eu lírico feminino sofre pela partida do seu amado e de não poder tê-la por perto. Diferente da de amor que exagera nas qualidades e idealizações do amor e da mulher. Por isso, no texto comprova-se não só por essa ausência de qualidade, mas também pelo tema recorrente de sofrimento e tristeza e ressalta esse recurso hiperbólico totalmente para enfatizar a melancolia.
3)Os olhos possuem um significado de veracidade, isto é comprovação dos sentimentos e emoções que o eu lírico quer transmitir, sendo uma forma de não deixar que os sujeitos em questão não mintam sobre seu sofrimento e as pessoas possam compartilhar dessa dor através desses olhos.
4)De acordo, com o contexto de Francisco de Souza o verso: ...língua que me condenasse” mostra a questão desse objeto “língua” ser canal de comunicação em que se anuncia a melancolia diante do ser amado o condenando a uma condição sem volta.
Exercício sobre o teatro Vincentino
1)No auto da Lusitânia as personagens Todo Mundo e Ninguém referem-se, respectivamente, a um homem rico que tinha desejos comuns a maioria das pessoas e o outro ao homem pobre que representa um personagem simples com valores morais sendo, então, a minoria.
2)As falas de Berzebu representam uma tradição aos ditos de Todo Mundo e Ninguém a partir das ações na realidade terrena. Sendo assim, o diabo distorce as falas com o propósito de denunciar uma verdade dissimulada.
3)As falas de Berzebu e Dinato mesmo assumindo um personagem com grande importância para o desenrolar da peça: o Diabo. Os mesmos configuram-se como passivos, pois não tinham nenhum controle sobre as ações dos humanos. Apenas, relatavam suas escolhas, mesmo que estas permaneciam implícitas, sendo assim, os diabos tinham a função de trazê-las a tona.
4)Pode-se destacar como formalismo no texto a questão estrutural ,ou seja, a disposição dos versos e a presença de diálogos sempre situando de quem é a fala.
5)A fala de Berzebu é coerente,uma vez que as pessoas não medem esforços para conseguir algo para seu prazer nem que para isso tenham que desafiar sua consciência.
Testes
1)As palavras em questão foram citadas por Fernão Lopes que caracteriza-se pela brevidade do seu texto tomado por um interesse cotidiano de retratar a vida da sociedade da época preocupando-se com todas as versões que cercam essa verdade.
2)O trecho citado enquadra-se na categoria Vicentina pelo tom satírico e irônico que retrata as camadas sócias que compõem a sociedade da época . Já o texto apresentado, além do clero critica o povo pela sua passividade.
3)a)A primeira estrofe é uma redondilha maior
b)As rimas são interpoladas
c)Pode ser substituída por desejo
d)O poeta cita a questão da sensualidade que caracterizará a poesia amorosa e idealização feminina que comporá os estilos seguintes.
4)As obras Monólogo do Vaqueiro, Floresta de Enganos, O velho da Horta entre outras compõem a carreira de Gil Vicente.
5)O fragmento em questão pertence a Fernão Lopes.
6)No texto Todo Mundo e Ninguém constituem tipos de alegóricos.
7)O texto afirma que Todo Mundo é mentiroso.
8)O teatro de Gil Vicente é de caráter sacro e satírico .
9)Considera-se como incorreto afirmar que a obra de Gil Vicente por viver em pleno Renascimento, apega-se aos valores greco-romanos, desprezando os princípios da Idade Média.
10)Na Farsa de Inês Pereira Gil Vicente denuncia a revolta da jovem confinada aos serviços domésticos, o que confere atualidade a obra.
11)O teatro de Gil Vicente caracteriza-se pela preocupação com o homem e religião.
12)A Farsa de Inês Pereira caracteriza-se por representar costumes mostrados no tetro Vicentino e encaixa-se na Farsa Medieval sobre o adultério feminino.
13)O texto em questão pertence ao teatro Medieval de Gil Vicente.
14)A composição transcrita pertence ao Cancioneiro geral de Garcia Resende.
15)A assertiva que melhor caracteriza a Crônica de D.JoãoI seria a exaltação do feito heroico ao matar o inimigo do Rei.
16)A obra de Gil Vicente não aprofunda-se nos valores clássicos, seguindo rigidamente os padrões do teatro grego.
ANAIRAN - Crônica dEl Rei Dom Pedro
ACADÊMICA: Airanan Beatriz Soares de Oliveira
EXERCÍCIO - a propósito do texto
1. Enquanto os dois homens eram assassinados o El-Rei assistia ao acontecimento, em alguns momentos chega a proferir algumas palavras contra esses homens. Isso pode ser comprovado no trecho abaixo:
“A Portugal foram tragidos Alvoro Gonçalvez e Pero Coelho, e chegaron a Santarem onde elRei Dom Pedro era; e elRel com prazer de sua vinda, porem mal magoado por que Diego Lopes fugira, os sahiu fora arreceber, e sanha cruel sem piedade lhos fez per sua maão meter a tromento, querendo que lhe confessassem quaaes forom da morte de Dona Enes culpados, e que era o que seu padre trautava contreele, quando adavom desaviindos por aazo da morte dela; e nenhuum deles respondeo a taaes perguntas cousa que a elRei prouvesse; e elRei com queixume dizem que deu huum açoute no rostro a Pero Coelho, e ele se soltou enton contra elRei em desonestas e feas palavras, chamando-lhe treedor, fe prejuro, algoz e carneceiro dos homeens; e elRei dizendo que lhe trouxessem cebola e vinagre pêra o coelho enfadousse deles a mandouhos matar.”
2.Temos presente no texto a característica de Fernão Lopes de transformar a história em algo que parece com uma novela, essa é uma característica muito interessante, pois ele consegue aproximar o leitor do fato ocorrido, tornando assim a história mais interessante e envolvente.
3. Temos o Coelho (substantivo próprio), como sobrenome e o coelho (substantivo comum), como o nome do animal.
4. Sim, porque os Reis em sua maioria abusavam do poder que detinham e jamais eram punidos, pois se protegiam utilizando o seu poder e a sua influência.
A propósito dos textos
1. A métrica utilizada nos versos é a redondilha maior (sete sílabas poéticas).
2. O texto 1 se aproxima mais da cantiga de Amigo, pois apesar do “Senhora” usado no início da cantiga, ele nos leva a imaginar e a acreditar que o que está sendo dito, é proferido da boca de uma mulher que sente saudades do seu amado.
3. Comparando os dois textos, podemos notar que o significado que a palavra “olhos” carrega, é o seu significado próprio, de órgão do corpo. A representatividade da palavra “olhos” nos textos diz respeito à visão. Se tratando do sentimento amoroso, acredito que eles representam a sinceridade do amor, que é visto no brilho dos olhos.
4. O verso “língua que me condenasse” dentro do contexto da cantiga, nos remete ao falar demais.
EXERCÍCIO: a propósito do texto
1. As figuras de Todo o Mundo e Ninguém são apresentadas de forma muito descontraída, mas nunca perdendo o seu objetivo, que é trazer para o primeiro plano a contradição em que vive o ser humano. Podemos caracterizar Todo o Mundo, como aquela pessoa que sempre quer algo do bom e do melhor, independente de como isso aconteça, que sempre quer chegar a algum lugar, não importa qual o caminho venha a percorrer, já Ninguém, podemos caracterizar como aquela pessoa que não quer arcar com as consequências dos seus atos ou passar por uma situação difícil.
2. As falas de Berzebu durante todo o Auto da Lusitânia instigam Dinato a escrever mais e a acrescentar coisas que provoque. Suas falas representam uma relação entre o provocar e o expor, pois ao mesmo tempo em que provoca, que pede Dinato para acrescentar algo mais, elas (suas falas) expõe a face verdadeira de Todo o Mundo e Ninguém.
3. A postura de Berzebu é mais voltada para o provocar, já Dinato é mais de acatar as ideias de Berzebu. O Berzebu é mais ativo que o Dinato, mas ambos em momentos diferentes se mostram ativos. Acredito que a ideia de Gil Vicente com esse auto é mostrar os lados que o ser humano possuí e como alguns agem, além de chamar a nossa atenção para o Bem e o Mal.
4. “Todo o Mundo é mentiroso” e “ Ninguém diz a verdade”, esses sãos aspectos que nos levam a refletir sobre as nossas atitudes.
5. Sim, porque na maioria das vezes isso é o que mais acontece, não só nos tempos antigos, mas também nos dias atuais, pois Todo o Mundo quer dinheiro, mas na maioria das vezes Ninguém busca consciência, ou seja, Ninguém se responsabiliza pelos seus atos ou quer sofrer as consequências.
Exercícios e testes
1. O autor dessas palavras é Camões. Podemos inferir como características de sua obra a busca por recontar fatos históricos e por descrever e retratar uma sociedade que busca o desenvolvimento.
2. O texto crítico refere-se a Gil Vicente. Outro tipo humano que podemos citar como alvo do autor é o auto clero.
3. a) Na primeira estrofe temos sete sílabas poéticas, redondilha maior.
b) Rima emparelhada.
c) Desejo.
d) O poeta utiliza de uma oposição entre a razão e a vontade, sendo assim quem faz uso da razão e resisti à vontade, vive em liberdade.
4. c) Gil Vicente.
5. b) Fernão Lopes.
6. b) alegóricos.
7. a) todo o mundo é mentiroso.
8. a) Compositor de caráter sacro e satírico.
9. c) Por viver em pleno Renascimento, apega-se aos valores greco-romanos, desprezando os princípios da Idade Média.
10. c) denuncia a revolta da jovem confinada aos serviços domésticos, o que confere atualidade à obra.
11. d) a preocupação com o homem e com a religião.
12. c) Apenas I e II estão corretas.
13. a) teatro medieval – Gil Vicente.
14. e) Cancioneiro geral de Garcia de Resende.
15. a) Narração realista e dinâmica que quase nos faz visualizar os acontecimentos.
16. e) Aprofunda-se nos valores clássicos, seguindo rigidamente os padrões do teatro grego.
EXERCÍCIO - a propósito do texto
1. Enquanto os dois homens eram assassinados o El-Rei assistia ao acontecimento, em alguns momentos chega a proferir algumas palavras contra esses homens. Isso pode ser comprovado no trecho abaixo:
“A Portugal foram tragidos Alvoro Gonçalvez e Pero Coelho, e chegaron a Santarem onde elRei Dom Pedro era; e elRel com prazer de sua vinda, porem mal magoado por que Diego Lopes fugira, os sahiu fora arreceber, e sanha cruel sem piedade lhos fez per sua maão meter a tromento, querendo que lhe confessassem quaaes forom da morte de Dona Enes culpados, e que era o que seu padre trautava contreele, quando adavom desaviindos por aazo da morte dela; e nenhuum deles respondeo a taaes perguntas cousa que a elRei prouvesse; e elRei com queixume dizem que deu huum açoute no rostro a Pero Coelho, e ele se soltou enton contra elRei em desonestas e feas palavras, chamando-lhe treedor, fe prejuro, algoz e carneceiro dos homeens; e elRei dizendo que lhe trouxessem cebola e vinagre pêra o coelho enfadousse deles a mandouhos matar.”
2.Temos presente no texto a característica de Fernão Lopes de transformar a história em algo que parece com uma novela, essa é uma característica muito interessante, pois ele consegue aproximar o leitor do fato ocorrido, tornando assim a história mais interessante e envolvente.
3. Temos o Coelho (substantivo próprio), como sobrenome e o coelho (substantivo comum), como o nome do animal.
4. Sim, porque os Reis em sua maioria abusavam do poder que detinham e jamais eram punidos, pois se protegiam utilizando o seu poder e a sua influência.
A propósito dos textos
1. A métrica utilizada nos versos é a redondilha maior (sete sílabas poéticas).
2. O texto 1 se aproxima mais da cantiga de Amigo, pois apesar do “Senhora” usado no início da cantiga, ele nos leva a imaginar e a acreditar que o que está sendo dito, é proferido da boca de uma mulher que sente saudades do seu amado.
3. Comparando os dois textos, podemos notar que o significado que a palavra “olhos” carrega, é o seu significado próprio, de órgão do corpo. A representatividade da palavra “olhos” nos textos diz respeito à visão. Se tratando do sentimento amoroso, acredito que eles representam a sinceridade do amor, que é visto no brilho dos olhos.
4. O verso “língua que me condenasse” dentro do contexto da cantiga, nos remete ao falar demais.
EXERCÍCIO: a propósito do texto
1. As figuras de Todo o Mundo e Ninguém são apresentadas de forma muito descontraída, mas nunca perdendo o seu objetivo, que é trazer para o primeiro plano a contradição em que vive o ser humano. Podemos caracterizar Todo o Mundo, como aquela pessoa que sempre quer algo do bom e do melhor, independente de como isso aconteça, que sempre quer chegar a algum lugar, não importa qual o caminho venha a percorrer, já Ninguém, podemos caracterizar como aquela pessoa que não quer arcar com as consequências dos seus atos ou passar por uma situação difícil.
2. As falas de Berzebu durante todo o Auto da Lusitânia instigam Dinato a escrever mais e a acrescentar coisas que provoque. Suas falas representam uma relação entre o provocar e o expor, pois ao mesmo tempo em que provoca, que pede Dinato para acrescentar algo mais, elas (suas falas) expõe a face verdadeira de Todo o Mundo e Ninguém.
3. A postura de Berzebu é mais voltada para o provocar, já Dinato é mais de acatar as ideias de Berzebu. O Berzebu é mais ativo que o Dinato, mas ambos em momentos diferentes se mostram ativos. Acredito que a ideia de Gil Vicente com esse auto é mostrar os lados que o ser humano possuí e como alguns agem, além de chamar a nossa atenção para o Bem e o Mal.
4. “Todo o Mundo é mentiroso” e “ Ninguém diz a verdade”, esses sãos aspectos que nos levam a refletir sobre as nossas atitudes.
5. Sim, porque na maioria das vezes isso é o que mais acontece, não só nos tempos antigos, mas também nos dias atuais, pois Todo o Mundo quer dinheiro, mas na maioria das vezes Ninguém busca consciência, ou seja, Ninguém se responsabiliza pelos seus atos ou quer sofrer as consequências.
Exercícios e testes
1. O autor dessas palavras é Camões. Podemos inferir como características de sua obra a busca por recontar fatos históricos e por descrever e retratar uma sociedade que busca o desenvolvimento.
2. O texto crítico refere-se a Gil Vicente. Outro tipo humano que podemos citar como alvo do autor é o auto clero.
3. a) Na primeira estrofe temos sete sílabas poéticas, redondilha maior.
b) Rima emparelhada.
c) Desejo.
d) O poeta utiliza de uma oposição entre a razão e a vontade, sendo assim quem faz uso da razão e resisti à vontade, vive em liberdade.
4. c) Gil Vicente.
5. b) Fernão Lopes.
6. b) alegóricos.
7. a) todo o mundo é mentiroso.
8. a) Compositor de caráter sacro e satírico.
9. c) Por viver em pleno Renascimento, apega-se aos valores greco-romanos, desprezando os princípios da Idade Média.
10. c) denuncia a revolta da jovem confinada aos serviços domésticos, o que confere atualidade à obra.
11. d) a preocupação com o homem e com a religião.
12. c) Apenas I e II estão corretas.
13. a) teatro medieval – Gil Vicente.
14. e) Cancioneiro geral de Garcia de Resende.
15. a) Narração realista e dinâmica que quase nos faz visualizar os acontecimentos.
16. e) Aprofunda-se nos valores clássicos, seguindo rigidamente os padrões do teatro grego.
Assinar:
Postagens (Atom)