Universidade Estadual de Montes Claros – UNIMONTES
Centro de Ciências Humanas – CCH
Disciplina: Literatura Portuguesa
Curso: 4° período Letras Português
Docente: Generosa
Respostas do exercício de Literatura Portuguesa
Estudo do texto
1- “... Que me deixe embarcar; sou fidalgo de solar é bem que me recolhais...”
“... Para senhor de tal marca Não há aqui mais cortesia? Venha prancha e atavio! Levai-me desta ribeira!...”
“... Que deixo na outra vida quem reze por mim...”
2-”... Parece-me isso um cortiço...”
3- A passagem denuncia a prepotência do fidalgo ao achar que é melhor que outras pessoas e por isso é de seu direito embarca na barca do céu.
4-”... Não vindes vós de maneira para entrar neste navio, Essoutro vai mais vazio: a cadeira entrará, e o rabo caberá e todo o vosso senhorio.
5-O fidalgo tenta enganar o diabo pedindo a ele que o deixe voltar para a vida para rever sua dama assim ficaria na terra e não mais retornaria e nem teria que embarcar na barca do inferno.
6- Ao final quando o fidalgo percebe que é seu destino embarcar na barca do inferno ele se dá conta de quão é sofrido estar na barca e que as pessoas que lá estão são pecadoras e se estão lá é por algo que fizeram.
7- Outro elemento de moralidade presente no texto é a traição cometida pela dama do personagem do fidalgo.
8- Em relação à métrica os versos foram estruturados sem obedecer nenhuma regra sendo assim são versos livres.
Exercícios
1-c- Nesse período, inclui-se o teatro vicentino, que pende mais para a tradição clássica, mas, não obedecia as três unidades do teatro grego.
2- As cantigas trovadorescas são cantadas, ou seja, ligadas intimamente a musica, já a poesia palaciana é totalmente desvinculada da música.
3-Auto da Lusitânia
1-(a) O personagem que promove diretamente a ambigüidade é o personagem de Berzebu.
(b) A ambigüidade adquirida pelos nomes de Todo Mundo e Ninguém se dão quando essas são aplicadas no auto para instigar o leitor a perceber o jogo feito pelo autor para criticar a vida e seus fazeres mundanos.
2-(a) o vocábulo que permite concluir que as aparências de todo Mundo e Ninguém são dissimulados é “Eu hei”.
(b) “... Que Ninguém busca consciência e Todo o Mundo dinheiro...” O trecho nos mostra a característica farsesca do texto que aborda os personagens mas que na verdade expõe o ser humano.
Pensando
1- Letra A
2- Letra D
3- Letra A
4- Letra A
Escreva sobre: O Auto da Barca do Inferno.
A – Anjo, barqueiro do céu; Diabo, barqueiro do inferno; companheiro do diabo; Fidalgo; Agiota, interesseiro; Parvo, tolo; Sapateiro, carregado de formas; Frade, mundano; Florença, mulher do padre; Brígida Vaz, a alcoviteira; Judeu,ligado aos bens materiais; Corregedor; Procurador;Enforcado; Quatro cavaleiros.
B – Anjo; Diabo e companheiro do diabo.
C – .....................................................................??????????????????????.
Espaço de Leitura e Literatura Brasileira em diálogo com outras literaturas e outras mídias
terça-feira, 26 de abril de 2011
CLÁUDIA REGINA OLIVEIRA
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS – UNIMONTES
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS – CCH
DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
CURSO DE LETRAS PORTUGUÊS – 4º P. VESPERTINO
PROFESSORA: Mª GENEROSA SOUTO
Atividade Sobre os autos
ESTUDO DO TEXTO
1. “Parece-me isso cortiço...”
“Que me digais,
pois parti tão sem aviso,
se a barca do paraíso
é esta em que navegais.”
“Que me deixe embarcar;
Sou fidalgo de solar
é bem que me recolhais.”
2. “E passageiros achais
para tal habitação?”
3. A prepotência do fidalgo que acredita que sendo rico na vida terrena teria privilégios na vida após a morte.
4. “Para vossa fantasia
mui pequena é esta barca.”
5. O fidalgo tenta enganar o diabo dizendo para que este o espere enquanto vai até a vida terrena.
“Mas esperai-me aqui:
tornarei à outra vida,
ver minha dama querida
que se quer matar por mi.”
6. O fidalgo se dá conta de que suas posses terrenas não valem de nada na vida após a morte. Não compram um lugar no céu.
“Ó barca, como és ardente!
Maldito quem em ti vai!
7. A importância da humildade, da bondade, da não tirania e idéia de que o que leva o homem à salvação são suas boas atitudes.
8. Os versos são livres.
EXERCÍCIOS
1. c) Nesse período, inclui-se o teatro vicentino, que pende mais para a tradição clássica, obedecendo às três unidades do teatro grego.
2. A poesia palaciana é desvinculada da música enquanto as cantigas trovadorescas são vinculadas à musica.
3. 1) a- Berzebu
b- “Que Ninguém busca consciência e Todo o Mundo dinheiro.”
2) a- “como”.
b- Possui personagens e situações caricatas, como os personagens Ninguém e Todo o Mundo.
PENSANDO
1. a) Narração realista e dinâmica que quase nos faz visualizar os acontecimentos.
2. d) a preocupação com o homem e com a religião.
3. a) Compôs peças de caráter sacro e satírico.
4. a) uma cantiga de amor.
ESCREVA SOBRE: O AUTO DA ALMA
a) Alma
b) Existe no auto um anjo, dois demônios, Santo Agostinho, Santo Ambrósio, São Jerônimo, São Tomás.
c) A igreja que é acolhedora e renova as forças das almas que estão no caminho da salvação.
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS – CCH
DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
CURSO DE LETRAS PORTUGUÊS – 4º P. VESPERTINO
PROFESSORA: Mª GENEROSA SOUTO
Atividade Sobre os autos
ESTUDO DO TEXTO
1. “Parece-me isso cortiço...”
“Que me digais,
pois parti tão sem aviso,
se a barca do paraíso
é esta em que navegais.”
“Que me deixe embarcar;
Sou fidalgo de solar
é bem que me recolhais.”
2. “E passageiros achais
para tal habitação?”
3. A prepotência do fidalgo que acredita que sendo rico na vida terrena teria privilégios na vida após a morte.
4. “Para vossa fantasia
mui pequena é esta barca.”
5. O fidalgo tenta enganar o diabo dizendo para que este o espere enquanto vai até a vida terrena.
“Mas esperai-me aqui:
tornarei à outra vida,
ver minha dama querida
que se quer matar por mi.”
6. O fidalgo se dá conta de que suas posses terrenas não valem de nada na vida após a morte. Não compram um lugar no céu.
“Ó barca, como és ardente!
Maldito quem em ti vai!
7. A importância da humildade, da bondade, da não tirania e idéia de que o que leva o homem à salvação são suas boas atitudes.
8. Os versos são livres.
EXERCÍCIOS
1. c) Nesse período, inclui-se o teatro vicentino, que pende mais para a tradição clássica, obedecendo às três unidades do teatro grego.
2. A poesia palaciana é desvinculada da música enquanto as cantigas trovadorescas são vinculadas à musica.
3. 1) a- Berzebu
b- “Que Ninguém busca consciência e Todo o Mundo dinheiro.”
2) a- “como”.
b- Possui personagens e situações caricatas, como os personagens Ninguém e Todo o Mundo.
PENSANDO
1. a) Narração realista e dinâmica que quase nos faz visualizar os acontecimentos.
2. d) a preocupação com o homem e com a religião.
3. a) Compôs peças de caráter sacro e satírico.
4. a) uma cantiga de amor.
ESCREVA SOBRE: O AUTO DA ALMA
a) Alma
b) Existe no auto um anjo, dois demônios, Santo Agostinho, Santo Ambrósio, São Jerônimo, São Tomás.
c) A igreja que é acolhedora e renova as forças das almas que estão no caminho da salvação.
KÁTIA ALMEIDA SILVA MEIRELES
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS – UNIMONTES
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS – CCH
DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS – DCL
LETRAS/PORTUGUÊS 4° PERÍODO VESPERTINO
DISCIPLINA: LITERATURA PORTUGUESA
Estudo do texto:
1-
“Que me deixe embarcar,
Sou fidalgo de soltar
é bem que me recolhais.”
“ Para o senhor de tal marca
Não há aqui mais cortesia?
Venha prancha e atavio!
Levai-me desta ribeira”!
“Mas esperai-me aqui:
Tornarei à outra vida,
Ver minha dama querida
Que se quer matar por mi”
2- “Venha essa prancha e veremos esta barca de tristura”
3- “sou fidalgo de solar/ é bem que me recolhais” Essa passagem indica que o fidalgo se considerava superior e merecedor de privilégios.
4- “... Essoutro vai mais vazio,: a cadeira entrará, e o rabo caberá e todo o vosso senhorio. Ireis lá mais espaçoso, com fumosa senhoria cuidando da tirania do pobre povo queixoso.”
5- O fidalgo ao perceber que sua única opção seria entrar na barca do inferno, tenta enganar o diabo, sugerindo que o mesmo o espere para despedir-se de sua amada na outra vida, pedido esse negado por aquele que cotidianamente engana e conhece as artimanhas.
6-Ao final o fidalgo aceita sua situação de entrar na barca do inferno.
7- Elementos como a oração( ao dizer que deixou alguém que rezasse por ele), O abuso de autoridade (figura do fidalgo); a traição ( diabo com o fidalgo); o egoísmo e a arrogância (fidalgo).
8- A métrica respeita a de uma peça teatral.
Exercícios:
1 Alternativa C
“Nesse período, inclui-se o teatro vicentino, que pende mais para a tradição clássica, obedecendo às três unidades do teatro grego.” Pois o teatro vicentino era simples e não obedecia a regras dos gregos.
2 As poesias palacianas não eram ligadas á musicalidade, sendo utilizado mais as redondilhas menores e maiores como opção de ritmos.
3-1 A) Berzebu
B) Ao mesmo tempo que se nota uma ideia de “multidão de pessoas” (todo o mundo) se nota também uma ausência, denominada pelo “ninguém”.
3.2 a “Eu hei nome Todo Mundo” e “E eu hei como ninguém”.
B Auto da Lusitânia indica o conflito humano entre a escolha do bem e do mal. “que todo mundo quer paraíso, e ninguém paga o que deve.”
PENSANDO
1(A) Narração realista e dinâmica que quase nos faz visualizar os acontecimentos.
2- (D) a preocupação com o homem e com a religião.
3- (A) compôs peças de caráter sacro e satírico.
4- (A) uma cantiga de amor
ESCREVENDO SOBRE O AUTO DA ALMA
a) Personagem cotidiano é a Alma com características tumultuosas incapaz de reconhecer seu valor e sua história, visando sua felicidade em bens materiais.
b) Tipos fantásticos são os doutores da igreja: Anjo, Santo Agostinho, santo Ambrósio, São Jerônimo, São Tomas, os anjos e arcanjos e os demônios e Diabo I e II.
c) Santa Madre Igreja que é a responsável para orientar as almas atormentadas a seus destinos finais.
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS – CCH
DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS – DCL
LETRAS/PORTUGUÊS 4° PERÍODO VESPERTINO
DISCIPLINA: LITERATURA PORTUGUESA
Estudo do texto:
1-
“Que me deixe embarcar,
Sou fidalgo de soltar
é bem que me recolhais.”
“ Para o senhor de tal marca
Não há aqui mais cortesia?
Venha prancha e atavio!
Levai-me desta ribeira”!
“Mas esperai-me aqui:
Tornarei à outra vida,
Ver minha dama querida
Que se quer matar por mi”
2- “Venha essa prancha e veremos esta barca de tristura”
3- “sou fidalgo de solar/ é bem que me recolhais” Essa passagem indica que o fidalgo se considerava superior e merecedor de privilégios.
4- “... Essoutro vai mais vazio,: a cadeira entrará, e o rabo caberá e todo o vosso senhorio. Ireis lá mais espaçoso, com fumosa senhoria cuidando da tirania do pobre povo queixoso.”
5- O fidalgo ao perceber que sua única opção seria entrar na barca do inferno, tenta enganar o diabo, sugerindo que o mesmo o espere para despedir-se de sua amada na outra vida, pedido esse negado por aquele que cotidianamente engana e conhece as artimanhas.
6-Ao final o fidalgo aceita sua situação de entrar na barca do inferno.
7- Elementos como a oração( ao dizer que deixou alguém que rezasse por ele), O abuso de autoridade (figura do fidalgo); a traição ( diabo com o fidalgo); o egoísmo e a arrogância (fidalgo).
8- A métrica respeita a de uma peça teatral.
Exercícios:
1 Alternativa C
“Nesse período, inclui-se o teatro vicentino, que pende mais para a tradição clássica, obedecendo às três unidades do teatro grego.” Pois o teatro vicentino era simples e não obedecia a regras dos gregos.
2 As poesias palacianas não eram ligadas á musicalidade, sendo utilizado mais as redondilhas menores e maiores como opção de ritmos.
3-1 A) Berzebu
B) Ao mesmo tempo que se nota uma ideia de “multidão de pessoas” (todo o mundo) se nota também uma ausência, denominada pelo “ninguém”.
3.2 a “Eu hei nome Todo Mundo” e “E eu hei como ninguém”.
B Auto da Lusitânia indica o conflito humano entre a escolha do bem e do mal. “que todo mundo quer paraíso, e ninguém paga o que deve.”
PENSANDO
1(A) Narração realista e dinâmica que quase nos faz visualizar os acontecimentos.
2- (D) a preocupação com o homem e com a religião.
3- (A) compôs peças de caráter sacro e satírico.
4- (A) uma cantiga de amor
ESCREVENDO SOBRE O AUTO DA ALMA
a) Personagem cotidiano é a Alma com características tumultuosas incapaz de reconhecer seu valor e sua história, visando sua felicidade em bens materiais.
b) Tipos fantásticos são os doutores da igreja: Anjo, Santo Agostinho, santo Ambrósio, São Jerônimo, São Tomas, os anjos e arcanjos e os demônios e Diabo I e II.
c) Santa Madre Igreja que é a responsável para orientar as almas atormentadas a seus destinos finais.
Airanan Beatriz Soares de Oliveira
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS – UNIMONTES
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS – CCH
DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS – CDL
CURSO: LETRAS PORTUGUÊS – VESPERTINO 4º PERÍODO
DISCIPLINA: LITERATURA PORTUGUESA – DAS ORIGENS AO BARROCO
PROFESSORA: MARIA GENEROSA SOUTO
ESTUDO DO TEXTO
1.
I –
Fidalgo
Esta barca onde vai ora,
que assim está apercebida?
Diabo
Vai para a ilha-perdida,
e há de partir logo agora.
Fidalgo
Para lá vai a senhora?
Diabo
Senhor, a vosso serviço.
Fidalgo
Parece-me isso cortiço...
II –
Fidalgo
Não há aqui outro navio?
Diabo
Não, senhor, que este fretastes,
e primeiro que expirastes
me tínheis dado sinal
Fidalgo
Que sinal foi esse tal?
Diabo
De que vós vos contestastes.
Fidalgo
A estoura barca me vou.
Hou da barca, para onde is?
Ah barqueiros! Não me ouvis?
Respondei-me! Hou lá! Hou!...
Por Deus, bem falado estou!
Quanto a isso é já pior.
Que jericos, oh senhor!
– Cuidam cá que sou um grou!
III –
Anjo
Que mandais?
Fidalgo
Que me digais,
pois parti tão sem aviso,
se a barca do paraíso
e esta em que navegais.
Anjo
Esta é; que lhe buscais?
Fidalgo
Que me deixe embarcar;
sou fidalgo do solar
é bem que me recolheis.
2.
Fidalgo
Parece-me isso cortiço...
3. Ao dizer essas coisas o Fidalgo coloca a sua posição acima de tudo e de todos, se dizendo o maior, o superior, agindo assim de forma prepotente e inferiorizando o próximo.
4.
Anjo
Não se embarca tirania
neste batel divinal.
Fidalgo
Não sei por que haveis por mal
que entre a minha senhoria.
Anjo
Para vossa fantasia
mui pequena é esta barca.
5. O Fidalgo tenta enganar o Diabo quando diz que, deixou na outra vida pessoas rezando por ele.
6. Ao final do texto, o Fidalgo se dá conta de que as suas atitudes durante a vida e o que possuía, não lhe valeram de nada, pois em vida as suas atitudes foram as melhores e o seu dinheiro e poder não puderam comprar a sua estadia na barca do Anjo.
7. Podemos citar como elementos da moralidade cristã presentes no texto a humildade, o respeito com o próximo, as orações e a dignidade.
8. Os versos estão estruturados como um diálogo e acontecem de forma livre.
EXERCÍCIOS
1. Alternativa D.
A escrita que os nobres realizavam fazem parte do movimento literário conhecido como Trovadorismo.
2. A poesia palaciana diferencia-se das cantigas trovadorescas, por não utilizar de instrumentos musicais e por manter a sua linha de criação voltada para o antropocentrismo.
3. AUTO DA LUSITÂNIA
I – a) Berzebu.
b) Os personagens Todo o Mundo e Ninguém, por vezes tem o seu sentido alterado, alternando algumas vezes para o sentido de muitas pessoas e outras para literalmente ninguém, isso varia de acordo com a intenção de Dinato e Berzebu.
II – a) Todo o Mundo – Eu hei nome Todo o Mundo.
Ninguém – E eu hei nome Ninguém...
b) Podemos apontar como característica farsesca o diálogo entre Dinato e Berzebu que diz:
Dinato – Que escreverei?
Berzebu – Escreve
que Todo o Mundo quer paraíso,
e ninguém paga o que deve.
Nota-se uma mudança de sentido nesse trecho, pois ao longo do texto temos a ideia de que Todo o Mundo busca as coisas que acredita ser “boas” como dinheiro, prestígio, poder, etc, e Ninguém quer apenas o que lhe é de direito, quer apenas viver com a sua consciência tranquila. Ao chegarmos no trecho acima é nítida a mudança de sentido que temos em Todo o Mundo e em Ninguém, onde Todo o Mundo quer apenas o que é bom, e Ninguém arca com as suas atitudes.
PENSANDO
1.a) Narração realista e dinâmica que quase nos faz visualizar os acontecimentos.
2.d) A preocupação com o homem e com a religião.
3.a) Compôs peças de caráter sacro e satírico.
4.a) Uma cantiga de Amor.
AUTO DA ALMA
a) Personagens: Santo Agostinho, Anjo, Alma, Diabo I, Igreja, Diabo II, Sto. Ambrósio, São Jerônimo, São Tomás.
b) Tipos Fantásticos: O Anjo e o Diabo. Ambos se enfrentam, cada um mostrando o seu poder.
c) Tipos Alegóricos: A Santa Madre Igreja. Representa um dogma e expõe seus preceitos.
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS – CCH
DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS – CDL
CURSO: LETRAS PORTUGUÊS – VESPERTINO 4º PERÍODO
DISCIPLINA: LITERATURA PORTUGUESA – DAS ORIGENS AO BARROCO
PROFESSORA: MARIA GENEROSA SOUTO
ESTUDO DO TEXTO
1.
I –
Fidalgo
Esta barca onde vai ora,
que assim está apercebida?
Diabo
Vai para a ilha-perdida,
e há de partir logo agora.
Fidalgo
Para lá vai a senhora?
Diabo
Senhor, a vosso serviço.
Fidalgo
Parece-me isso cortiço...
II –
Fidalgo
Não há aqui outro navio?
Diabo
Não, senhor, que este fretastes,
e primeiro que expirastes
me tínheis dado sinal
Fidalgo
Que sinal foi esse tal?
Diabo
De que vós vos contestastes.
Fidalgo
A estoura barca me vou.
Hou da barca, para onde is?
Ah barqueiros! Não me ouvis?
Respondei-me! Hou lá! Hou!...
Por Deus, bem falado estou!
Quanto a isso é já pior.
Que jericos, oh senhor!
– Cuidam cá que sou um grou!
III –
Anjo
Que mandais?
Fidalgo
Que me digais,
pois parti tão sem aviso,
se a barca do paraíso
e esta em que navegais.
Anjo
Esta é; que lhe buscais?
Fidalgo
Que me deixe embarcar;
sou fidalgo do solar
é bem que me recolheis.
2.
Fidalgo
Parece-me isso cortiço...
3. Ao dizer essas coisas o Fidalgo coloca a sua posição acima de tudo e de todos, se dizendo o maior, o superior, agindo assim de forma prepotente e inferiorizando o próximo.
4.
Anjo
Não se embarca tirania
neste batel divinal.
Fidalgo
Não sei por que haveis por mal
que entre a minha senhoria.
Anjo
Para vossa fantasia
mui pequena é esta barca.
5. O Fidalgo tenta enganar o Diabo quando diz que, deixou na outra vida pessoas rezando por ele.
6. Ao final do texto, o Fidalgo se dá conta de que as suas atitudes durante a vida e o que possuía, não lhe valeram de nada, pois em vida as suas atitudes foram as melhores e o seu dinheiro e poder não puderam comprar a sua estadia na barca do Anjo.
7. Podemos citar como elementos da moralidade cristã presentes no texto a humildade, o respeito com o próximo, as orações e a dignidade.
8. Os versos estão estruturados como um diálogo e acontecem de forma livre.
EXERCÍCIOS
1. Alternativa D.
A escrita que os nobres realizavam fazem parte do movimento literário conhecido como Trovadorismo.
2. A poesia palaciana diferencia-se das cantigas trovadorescas, por não utilizar de instrumentos musicais e por manter a sua linha de criação voltada para o antropocentrismo.
3. AUTO DA LUSITÂNIA
I – a) Berzebu.
b) Os personagens Todo o Mundo e Ninguém, por vezes tem o seu sentido alterado, alternando algumas vezes para o sentido de muitas pessoas e outras para literalmente ninguém, isso varia de acordo com a intenção de Dinato e Berzebu.
II – a) Todo o Mundo – Eu hei nome Todo o Mundo.
Ninguém – E eu hei nome Ninguém...
b) Podemos apontar como característica farsesca o diálogo entre Dinato e Berzebu que diz:
Dinato – Que escreverei?
Berzebu – Escreve
que Todo o Mundo quer paraíso,
e ninguém paga o que deve.
Nota-se uma mudança de sentido nesse trecho, pois ao longo do texto temos a ideia de que Todo o Mundo busca as coisas que acredita ser “boas” como dinheiro, prestígio, poder, etc, e Ninguém quer apenas o que lhe é de direito, quer apenas viver com a sua consciência tranquila. Ao chegarmos no trecho acima é nítida a mudança de sentido que temos em Todo o Mundo e em Ninguém, onde Todo o Mundo quer apenas o que é bom, e Ninguém arca com as suas atitudes.
PENSANDO
1.a) Narração realista e dinâmica que quase nos faz visualizar os acontecimentos.
2.d) A preocupação com o homem e com a religião.
3.a) Compôs peças de caráter sacro e satírico.
4.a) Uma cantiga de Amor.
AUTO DA ALMA
a) Personagens: Santo Agostinho, Anjo, Alma, Diabo I, Igreja, Diabo II, Sto. Ambrósio, São Jerônimo, São Tomás.
b) Tipos Fantásticos: O Anjo e o Diabo. Ambos se enfrentam, cada um mostrando o seu poder.
c) Tipos Alegóricos: A Santa Madre Igreja. Representa um dogma e expõe seus preceitos.
DANIELA RODRIGUES DE OLIVEIRA
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS – UNIMONTES
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS – CCH
CURSOS DE LETRAS PORTUGUÊS
DISCIPLINA: LITERARURA PORTUGUESA
PROFESSORA: Dra. MARIA GENEROSA SOUTO
4º PERÍODO LETRAS PORTUGUÊS VESPERTINO
Estudo do texto (PÁG. 143)
1. Três passagens que caracterizam o Fidalgo:
* “Parece-me isso cortiço...”
* “Que me deixe embarcar;
Sou fidalgo de solar
É bem que me recolhais.”
*“Para senhor de tal marca
Não há aqui mais cortesia?
Venha ptrancha e atavio!
Levai-me desta ribeira!
2. “Parece-me isso cortiço...”
3. O Fidalgo com esta fala denuncia a prepotência dele que por ocupar esta condição, deveria ter a melhor acomodação e serviços da barca.
4. Os elementos que justificam tal afirmação irônica do Anjo se encontram na maneira em que ele descreve o comportamento do Fidalgo “Não se embarca tirania” e do modo com que ele desdenha a sua “fantasia, cadeira e rabo”, ou seja, seu comportamento prepotente, egoísta e luxurioso, dizendo que essas coisas tomariam o espaço na barca.
5. O Fidalgo tenta enganar o Diabo dizendo a ele que o esperasse na barca enquanto ele ia até sua dama querida que estava quase se matando por causa dele.
6. Ao final do texto, o Fidalgo se dá conta da realidade triste da barca e de como ele infeliz e maldito de estar nela.
7. O texto aponta elementos que vão contra a moralidade cristã como: prepotência, arrogância, luxúria, traição, falsidade, soberba e avareza.
8. O texto apresenta estrutura poética, com predomínio da redondilha maior, havendo várias cantigas populares no corpo de sua peça, o que permitia a participação da plateia.
EXERCÍCIOS (pág. 143)
1. A única informação que não se aplica ao Humanismo português é a opção C, pois o teatro vicentino não obedecia ás três unidades do teatro grego que era a ação , o tempo e o espaço.O teatro vicentino tem como característica principal a sátira apresentando estrutura poética.
2. A diferença mais significativa em relação às cantigas do Trovadorismo é as poesias palacianas é que elas foram desligadas da música, ou seja, o texto poético passou a ser feito para a leitura e declamação, não mais para o canto.
Pág.145
1. A) A personagem que promove diretamente a ambiguidade é o Berzebu.
B )Todo Mundo:aquele que busca dinheiro ,grandes honras.Estas qualidades se dirigem não só ao personagem como as pessoas em geral, utilizando aí a ambiguidade do nome usado com a realidade do ser humano em geral que busca sempre aem primeiro lugar o dinheiro e as grandes honras.Assim, a ambiguidade do nome Ninguém , se caracteriza também com o número “zero” de pessoas que não buscam o que o personagem procura, que éa consciência,a virtude,o arrependimento e o pagamento das dívidas.
3. A) Homem.
B)A sátira.
Pensando
1. Alternativa E.
2. Alternativa D.
3. Alternativa A.
4. Alternativa A.
O Auto Da Alma
A) Alma
B) Anjo, Santo Agostinho, santo Ambrósio, São Jerônimo, São Tomas e Diabo I e II.
C) Santa Madre Igreja.
O Auto da barca do inferno
A) Fidalgo (D.Anrique), sapateiro (Joanantão), parvo (Joane), o frade (Frei Babriel), Alcoviteira (Brisida Vaz), O judeu (semifará), o agiota, os quatro cavaleiros, corregedor e o procurador.
B) O anjo e o diabo.
C) O frade.
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS – CCH
CURSOS DE LETRAS PORTUGUÊS
DISCIPLINA: LITERARURA PORTUGUESA
PROFESSORA: Dra. MARIA GENEROSA SOUTO
4º PERÍODO LETRAS PORTUGUÊS VESPERTINO
Estudo do texto (PÁG. 143)
1. Três passagens que caracterizam o Fidalgo:
* “Parece-me isso cortiço...”
* “Que me deixe embarcar;
Sou fidalgo de solar
É bem que me recolhais.”
*“Para senhor de tal marca
Não há aqui mais cortesia?
Venha ptrancha e atavio!
Levai-me desta ribeira!
2. “Parece-me isso cortiço...”
3. O Fidalgo com esta fala denuncia a prepotência dele que por ocupar esta condição, deveria ter a melhor acomodação e serviços da barca.
4. Os elementos que justificam tal afirmação irônica do Anjo se encontram na maneira em que ele descreve o comportamento do Fidalgo “Não se embarca tirania” e do modo com que ele desdenha a sua “fantasia, cadeira e rabo”, ou seja, seu comportamento prepotente, egoísta e luxurioso, dizendo que essas coisas tomariam o espaço na barca.
5. O Fidalgo tenta enganar o Diabo dizendo a ele que o esperasse na barca enquanto ele ia até sua dama querida que estava quase se matando por causa dele.
6. Ao final do texto, o Fidalgo se dá conta da realidade triste da barca e de como ele infeliz e maldito de estar nela.
7. O texto aponta elementos que vão contra a moralidade cristã como: prepotência, arrogância, luxúria, traição, falsidade, soberba e avareza.
8. O texto apresenta estrutura poética, com predomínio da redondilha maior, havendo várias cantigas populares no corpo de sua peça, o que permitia a participação da plateia.
EXERCÍCIOS (pág. 143)
1. A única informação que não se aplica ao Humanismo português é a opção C, pois o teatro vicentino não obedecia ás três unidades do teatro grego que era a ação , o tempo e o espaço.O teatro vicentino tem como característica principal a sátira apresentando estrutura poética.
2. A diferença mais significativa em relação às cantigas do Trovadorismo é as poesias palacianas é que elas foram desligadas da música, ou seja, o texto poético passou a ser feito para a leitura e declamação, não mais para o canto.
Pág.145
1. A) A personagem que promove diretamente a ambiguidade é o Berzebu.
B )Todo Mundo:aquele que busca dinheiro ,grandes honras.Estas qualidades se dirigem não só ao personagem como as pessoas em geral, utilizando aí a ambiguidade do nome usado com a realidade do ser humano em geral que busca sempre aem primeiro lugar o dinheiro e as grandes honras.Assim, a ambiguidade do nome Ninguém , se caracteriza também com o número “zero” de pessoas que não buscam o que o personagem procura, que éa consciência,a virtude,o arrependimento e o pagamento das dívidas.
3. A) Homem.
B)A sátira.
Pensando
1. Alternativa E.
2. Alternativa D.
3. Alternativa A.
4. Alternativa A.
O Auto Da Alma
A) Alma
B) Anjo, Santo Agostinho, santo Ambrósio, São Jerônimo, São Tomas e Diabo I e II.
C) Santa Madre Igreja.
O Auto da barca do inferno
A) Fidalgo (D.Anrique), sapateiro (Joanantão), parvo (Joane), o frade (Frei Babriel), Alcoviteira (Brisida Vaz), O judeu (semifará), o agiota, os quatro cavaleiros, corregedor e o procurador.
B) O anjo e o diabo.
C) O frade.
JULIANA MOREIRA BORGES
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS
DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
4º PERÍODO LETRAS PORTUGUÊS
LITERATURA PORTUGUESA
PROFESSORA: MARIA GENEROSA SOUTO
ESTUDO DO TEXTO
1- Logo na metade do texto o Fidalgo diz ao Anjo: “Que me deixe embarcar; sou fidalgo de solar é bem que me escolhais” e, o Anjo por sua vez responde: “Não se embarca tirania neste batel divinal. Em seguida o Anjo diz: “(...) Ireis lá mais espaçoso, com fumaça senhoria cuidando da tirania do pobre povo queixoso; e porque de generoso, desprezastes os pequenos (...)” E por fim, o fidalgo diz, como se estivesse indignado: “(...) Folgava em ser adorado; confiei em meu estado e não vi que me perdia(...)”.
2- Primeiro o Fidalgo zomba do diabo quando o segundo diz que a barca está indo para o inferno, o Fidalgo diz: “Terra é bem sem-sabor”.
3- Essa passagem aponta que o fidalgo se considera muito importante e que o anjo fará o bem o escolhendo.
4- Em uma das vezes o anjo diz ao fidalgo: “Para vossa fantasia mui pequena é esta barca.” E também nessa passagem: “Não vindes vós de maneira para entrar neste navio, Essoutro vai mais vazio: a cadeira entrará, e o rabo caberá e todo o vosso senhorio.” O anjo compara o fidalgo com o diabo, dizendo que ele tem rabo e que, por isso, não caberia na barca para o céu.
5- O Fidalgo se dirige ao Diabo e diz que precisa voltar à vida para despedir de sua dama, mas, por ser muito esperto, o Diabo não acredita.
6- Ao final o fidalgo se dá conta de como a barca para o inferno é quente e que maldito aquele que vai nela.
7- São elas: Reza, compaixão e humildade.
8- Os versos apresentam uma seqüência de sete sílabas poéticas.
Exercícios
1- Opção “d”, pois há manifestações da prosa doutrinária, escrita aos nobres.
2- O Humanisno e o Trovadorismo se diferem, pois, enquanto o primeiro é expresso através do antropocentrismo, voltando-se especialmente às línguas e literatura Greco- romanas, o outro, por sua vez, se dá pelas trovas, expressando sentimentos e pensamentos.
3- 1- A) O personagem que promove diretamente a ambigüidade é o Berzebu.
b) Os personagens: Todo mundo e Ninguém, além de serem “pessoas”, podem representar também todo o mundo e ninguém.
2- A) “Eu hei nome Todo Mundo” e “Eu hei como Ninguém”.
B) O auto traz uma crítica às pessoas, apresentando o personagem “Todo Mundo”, que busca fama, dinheiro, vida fácil e, o personagem “Ninguém” que, por sua vez, é alguém honesto, responsável.
PENSANDO
1- A
2- D
3- A
4- A
O AUTO DA ALMA
A) Esse auto apresenta como personagem popular, a alma, pois essa representa uma pessoa.
B) Os seres fantásticos presentes no texto são: Anjo, Diabo, Santo Agostinho, Santo Ambrósio, São Thomas e São Jerônimo.
C) A igreja que é responsável de cuidar da alma.
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS
DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS
4º PERÍODO LETRAS PORTUGUÊS
LITERATURA PORTUGUESA
PROFESSORA: MARIA GENEROSA SOUTO
ESTUDO DO TEXTO
1- Logo na metade do texto o Fidalgo diz ao Anjo: “Que me deixe embarcar; sou fidalgo de solar é bem que me escolhais” e, o Anjo por sua vez responde: “Não se embarca tirania neste batel divinal. Em seguida o Anjo diz: “(...) Ireis lá mais espaçoso, com fumaça senhoria cuidando da tirania do pobre povo queixoso; e porque de generoso, desprezastes os pequenos (...)” E por fim, o fidalgo diz, como se estivesse indignado: “(...) Folgava em ser adorado; confiei em meu estado e não vi que me perdia(...)”.
2- Primeiro o Fidalgo zomba do diabo quando o segundo diz que a barca está indo para o inferno, o Fidalgo diz: “Terra é bem sem-sabor”.
3- Essa passagem aponta que o fidalgo se considera muito importante e que o anjo fará o bem o escolhendo.
4- Em uma das vezes o anjo diz ao fidalgo: “Para vossa fantasia mui pequena é esta barca.” E também nessa passagem: “Não vindes vós de maneira para entrar neste navio, Essoutro vai mais vazio: a cadeira entrará, e o rabo caberá e todo o vosso senhorio.” O anjo compara o fidalgo com o diabo, dizendo que ele tem rabo e que, por isso, não caberia na barca para o céu.
5- O Fidalgo se dirige ao Diabo e diz que precisa voltar à vida para despedir de sua dama, mas, por ser muito esperto, o Diabo não acredita.
6- Ao final o fidalgo se dá conta de como a barca para o inferno é quente e que maldito aquele que vai nela.
7- São elas: Reza, compaixão e humildade.
8- Os versos apresentam uma seqüência de sete sílabas poéticas.
Exercícios
1- Opção “d”, pois há manifestações da prosa doutrinária, escrita aos nobres.
2- O Humanisno e o Trovadorismo se diferem, pois, enquanto o primeiro é expresso através do antropocentrismo, voltando-se especialmente às línguas e literatura Greco- romanas, o outro, por sua vez, se dá pelas trovas, expressando sentimentos e pensamentos.
3- 1- A) O personagem que promove diretamente a ambigüidade é o Berzebu.
b) Os personagens: Todo mundo e Ninguém, além de serem “pessoas”, podem representar também todo o mundo e ninguém.
2- A) “Eu hei nome Todo Mundo” e “Eu hei como Ninguém”.
B) O auto traz uma crítica às pessoas, apresentando o personagem “Todo Mundo”, que busca fama, dinheiro, vida fácil e, o personagem “Ninguém” que, por sua vez, é alguém honesto, responsável.
PENSANDO
1- A
2- D
3- A
4- A
O AUTO DA ALMA
A) Esse auto apresenta como personagem popular, a alma, pois essa representa uma pessoa.
B) Os seres fantásticos presentes no texto são: Anjo, Diabo, Santo Agostinho, Santo Ambrósio, São Thomas e São Jerônimo.
C) A igreja que é responsável de cuidar da alma.
SORAYA RIBEIRO GUIMARÃES
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS-UNIMONTES
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS-CCH
DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS-DCL
ESTUDO DO TEXTO
01_Fidalgo
“Que deixo na outra vida
Quem reze por mim.”
“Sou Fidalgo de solar
É bem que me recolhais”
“Que me digais,
pois parti tão sem aviso,
se a barca do paraíso
é esta em que navegais.”
02_O fidalgo faz pouco da barca do inferno de forma irônica, dizendo:
“ Não há aqui outro navio?”
03_Nesse trecho podemos perceber que o Fidalgo é um ser arrogante, pois ele ainda acreditava que com o dinheiro poderia comprar a sua salvação.
04_ O anjo fala para o Fidalgo que a barca do diabo é mais espaçosa para acolher sua tirania, seus ciúmes, crimes, etc.
Trecho do texto:
Ireis lá mais espaçoso,
como fumosa senhoria
cuidando da tirania.
05_O Fidalgo pede ao diabo que o deixe voltar à outra vida para se despedir da sua esposa.
06_O Fidalgo se dá conta do quanto de que é realmente merecedor da barca do inferno e que ela é muito quente.
07_ O abuso de autoridade- representado pelo Fidalgo;
O egoísmo/ arrogância- presentes na fala do Fidalgo;
A traição- presente na fala do diabo quando o mesmo fala sobre a mulher do Fidalgo.
08_É composto por mais de cem estrofes de oito verso cada, na quais predomina a redondilha maior. As redondilhas obedecem às rimas ABBAACCA, porém a presença de tais rimas não é regra ocorrendo no decorrer da escrita a quebra dessa estrutura.
EXERCÍCIOS
01_Alternativa “D”_ Há manifestação da chamada prosa didática, escrita por nobres.-Pois as escritas dos nobres são as que compõem o trovadorismo,dando ascendência ao nome.
02_Os autores da poesia palaciana eram os nobres e fidalgo e nessa poesia eram abordados assuntos como montaria, festas, modas.O que difere a poesia palaciana das cantigas trovadorescas é que nesta o amor é tratado de forma mais sensual, sendo mais intensa a idealização da mulher. A característica que mais diferencia a poesia palaciana das cantigas trovadorescas é o fato de a primeira ser separada da música, o poema era feito para leitura e declamação e não para o canto.
03_ 1- a) Berzebu
b) Percebe se uma omissão, assinalado pelo “Ninguém” e uma “multidão de pessoas” em que parece que há vários indivíduos, fazendo com que assim, tenha-se uma dúvida da quantidade de pessoas.
02_ a) O vocábulo Homem designa todo mundo e ninguém. Todo mundo como um homem rico e mercador e ninguém como um homem pobre.
b)O auto tem como característica farsesca a situação de conflito em que o homem passa a ter que escolher o bem ou o mal
PENSANDO
01_O trecho transcrito da crônica de D. João I possui:
a) Narração realista e dinâmica que quase nos faz visualizar os acontecimentos.
02_ O teatro de Gil Vicente é escrito em prosa:
d) a preocupação como o homem e com a religião
03_Gil Vicente:
a) compôs peças de caráter sacro e satírico
04_ O trecho faz parte de:
a) uma cantiga de amor.
ESCREVENDO SOBRE O AUTO:
(A)Os tipos populares encontrados no auto são: O fidalgo, Agiota, sapateiro, Brígida Vaz, judeu, corregedor, procurador, enforcado e os cavaleiros.
(B) Os tipos fantásticos são: o diabo e o anjo
(C) O tipo alegórico é o frade, representando a igreja. O diabo e o Anjo também podem ser considerados alegóricos, representando respectivamente o mal e o bem.
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS-CCH
DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS-DCL
ESTUDO DO TEXTO
01_Fidalgo
“Que deixo na outra vida
Quem reze por mim.”
“Sou Fidalgo de solar
É bem que me recolhais”
“Que me digais,
pois parti tão sem aviso,
se a barca do paraíso
é esta em que navegais.”
02_O fidalgo faz pouco da barca do inferno de forma irônica, dizendo:
“ Não há aqui outro navio?”
03_Nesse trecho podemos perceber que o Fidalgo é um ser arrogante, pois ele ainda acreditava que com o dinheiro poderia comprar a sua salvação.
04_ O anjo fala para o Fidalgo que a barca do diabo é mais espaçosa para acolher sua tirania, seus ciúmes, crimes, etc.
Trecho do texto:
Ireis lá mais espaçoso,
como fumosa senhoria
cuidando da tirania.
05_O Fidalgo pede ao diabo que o deixe voltar à outra vida para se despedir da sua esposa.
06_O Fidalgo se dá conta do quanto de que é realmente merecedor da barca do inferno e que ela é muito quente.
07_ O abuso de autoridade- representado pelo Fidalgo;
O egoísmo/ arrogância- presentes na fala do Fidalgo;
A traição- presente na fala do diabo quando o mesmo fala sobre a mulher do Fidalgo.
08_É composto por mais de cem estrofes de oito verso cada, na quais predomina a redondilha maior. As redondilhas obedecem às rimas ABBAACCA, porém a presença de tais rimas não é regra ocorrendo no decorrer da escrita a quebra dessa estrutura.
EXERCÍCIOS
01_Alternativa “D”_ Há manifestação da chamada prosa didática, escrita por nobres.-Pois as escritas dos nobres são as que compõem o trovadorismo,dando ascendência ao nome.
02_Os autores da poesia palaciana eram os nobres e fidalgo e nessa poesia eram abordados assuntos como montaria, festas, modas.O que difere a poesia palaciana das cantigas trovadorescas é que nesta o amor é tratado de forma mais sensual, sendo mais intensa a idealização da mulher. A característica que mais diferencia a poesia palaciana das cantigas trovadorescas é o fato de a primeira ser separada da música, o poema era feito para leitura e declamação e não para o canto.
03_ 1- a) Berzebu
b) Percebe se uma omissão, assinalado pelo “Ninguém” e uma “multidão de pessoas” em que parece que há vários indivíduos, fazendo com que assim, tenha-se uma dúvida da quantidade de pessoas.
02_ a) O vocábulo Homem designa todo mundo e ninguém. Todo mundo como um homem rico e mercador e ninguém como um homem pobre.
b)O auto tem como característica farsesca a situação de conflito em que o homem passa a ter que escolher o bem ou o mal
PENSANDO
01_O trecho transcrito da crônica de D. João I possui:
a) Narração realista e dinâmica que quase nos faz visualizar os acontecimentos.
02_ O teatro de Gil Vicente é escrito em prosa:
d) a preocupação como o homem e com a religião
03_Gil Vicente:
a) compôs peças de caráter sacro e satírico
04_ O trecho faz parte de:
a) uma cantiga de amor.
ESCREVENDO SOBRE O AUTO:
(A)Os tipos populares encontrados no auto são: O fidalgo, Agiota, sapateiro, Brígida Vaz, judeu, corregedor, procurador, enforcado e os cavaleiros.
(B) Os tipos fantásticos são: o diabo e o anjo
(C) O tipo alegórico é o frade, representando a igreja. O diabo e o Anjo também podem ser considerados alegóricos, representando respectivamente o mal e o bem.
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